segunda-feira, 24 de novembro de 2014

A Reportagem

Teleférico de Vila Nova de Gaia          

     O cais de Gaia é uma área turística de esplanadas, restaurantes e bares localizada na margem esquerda do rio douro em Vila Nova de Gaia.



     No cais, localiza-se um dos meios de transporte  mais popular pelos turistas, o teleférico de gaia, inaugurado a 1 de abril 2011.

   Esta obra, do consórcio Etmar, arrancou em março de 2009. O seu orçamento inicial rondava os 10 milhões de euros, mas os custos finais foram superiores. Após vários prazos anunciados e estendidos, só em janeiro de 2011 as doze cabines de teleférico começaram a circular para testes.
  Após uma entrevista feita a uma funcionária do estabelecimento, verificamos que “o meio de transporte é bastante lucrativo e que a maioria dos turistas que visitam o edifício são americanos e os que menos visitam são os africanos.” Em média visitam-no dezenas de pessoas por dia. Também descobrimos muitas características viajando no próprio teleférico , observamos que estávamos a 500 metros de altitude, que a viagem de um só sentido durava cerca de 5 minutos e custava 5 euros. Existem 12 carruagens e cada carruagem leva no máximo 8 pessoas.
     Nós adoramos ter tido a oportunidade de poder visitar e ter andado no teleférico e conhecer um pouco da sua história. Aconselhamos todos os turistas a visitar o “monumento”.

Ana Costa, nº 4
Ana Santos, nº 2 


sexta-feira, 14 de novembro de 2014

A Reportagem

Ébola
        Vírus fatal


O ébola é uma febre hemorrágica que se está a espalhar por todo o mundo. Este surgiu na África Central em 1976 através de cadáveres de macacos, que teriam sido contaminados pela saliva de  morcegos.

Este vírus existe, hoje em dia, em muitos países, principalmente os de África. A Libéria é o país mais afetado pela epidemia, apesar de já estar a diminuir o número de pessoas com a doença. A Organização Mundial de Saúde relata aproximadamente 13500 contaminações e 4900 mortes, esta está a fazer um ótimo trabalho relativamente ao combate ao ébola.


“A doença não pode ser transmitida pelo ar, apenas por fluidos corporais (suor, saliva, sangue,…), contacto com cadáveres infetados e com animais e tem como sintomas: vómitos, diarreias, dores musculares e nas articulações, dor de cabeça e  de estômago, febre alta, fraqueza e falta de apetite”, alerta a OMS.
O ébola tem uma taxa de mortalidade até 90%, não existindo cura até ao momento.

"Os sintomas começaram com dores de cabeça, diarreia, dores nas costas e vômitos.
O primeiro médico que me atendeu disse que era malária, só quando eu fui trazido para uma unidade especial de um hospital em Conacri (capital da Guiné), é que me disseram que eu tinha o vírus Ébola.
Recebi apoio de médicos da organização internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF). Houve um momento, quando perdi dois tios e vi os seus corpos serem levados, em que pensei que morreria. Naquela noite, nenhum de nós conseguiu dormir, temíamos que não estaríamos vivos pela manhã.
Depois que eu fui internado em um hospital, comecei a me sentir melhor, pouco a pouco.”, contou-nos um sobrevivente do ébola.

Tiago Moreira
Gonçalo Cardoso
José Viana